quarta-feira, 13 de maio de 2015

VÃS REPETIÇÕES X REPETIÇÕES ÚTEIS

Uma vez que sabemos existir inúteis repetições, com certeza o contrário é verdadeiro: existem repetições úteis que podem e devem ser feitas. Mas, quando? Especialmente no combate ao inimigo das nossas almas – “... resisti ao diabo e ele fugirá de vós (Tg 4.7)”. O que Tiago queria dizer com resistir? Com certeza, não é ficar curtindo o sofrimento, calado, para mostrar a todos que você pode fazer “a vontade de Deus”. Isso, além de tolice, é puro desconhecimento da vontade de Deus que é “boa, perfeita e agradável” para nossas vidas.

O que Tiago queria dizer é: ofereça resistência, oponha-se ao diabo. Quando há uma invasão, o exército do país invadido posiciona-se, armado, para resistir ao invasor. No mundo espiritual não é diferente, o que muda é o tipo de arma usada. “Nossas armas não são carnais, todavia, são poderosas em guerra”. Ela é a palavra de Deus em nossos lábios, ela é a espada do Espírito. As repetições devem ser usadas nesses casos. Obviamente com bom senso, até que se concretize a vitória.

Desnecessária é a repetição de rezas, Deus não é surdo, tampouco, esquecido, até mesmo o Pai Nosso, a oração que Jesus nos ensinou não deve ser “rezada” antes deve ser usado como um modelo de oração, uma forma.